Logo Topo
Twitter  Facebook
Nossos Serviços

Planejamento Estratégico
Planejamento de endomarketing
Plano de Mídia
Assessoria de Imprensa
Auditoria de imagem
Pesquisa
Elaboração de projeto para a área de Marketing Turístico e Cultural
Elaboração de vídeo institucional
Marketing político
Marketing pessoal
Media Training
Organização de eventos corporativos
Criação e design gráfico
Cerimonial e protocolo
Coaching
Treinamento para equipes/recrutamento e processo seletivo
Missão

Prestar serviços de qualidade na área de comunicação estratégica e gestão das pessoas físicas e jurídicas, de modo contribuir para que nossos clientes possam maximizar resultados em seus planos de negócios no contexto social e econômico.

Visão

Ser uma agência do ramo de consultoria em excelência na prestação de serviços no mercado nacional.

Nossos Valores

Ética, Profissionalismo, Credibilidade e Transparência.

Institucional

Nossa Missão:

Prestar serviços de qualidade na área de comunicação estratégica e gestão das pessoas físicas e jurídicas, de modo a contribuir para que nossos clientes possam maximizar resultados em seus planos de negócios no contexto social e econômico.


Nossa Visão:

Ser uma agência do ramo de consultoria em excelência na prestação de serviços no mercado nacional


Nossos Valores:

Ética, Profissionalismo, Credibilidade e Transparência.

Quem somos

A RP4 Consultoria de Comunicação - fundada em 2012 pela Relações Públicas e Jornalista Nelzimar Lacerda,  é uma agência especializada em serviços na área de comunicação estratégica com segmento em planejamento, gestão de marketing e treinamento para processo seletivo e gestão de pessoas. Cada vez mais, a comunicação ganha status de consultoria estratégica para que as organizações possam alcançar melhores resultados em seus planos de negócios, bem como obter o fortalecimento da sua imagem e/ou marca em um mercado altamente competitivo. Dessa forma, torna-se imprescindível pensar no projeto global das ações, com ênfase na análise e interpretação de cenários e de assessoria aos sistemas decisórios.

Com esta visão, a RP4 entra em campo com um corpo de profissionais experientes em trabalhos desenvolvidos tanto no campo acadêmico, setor público e privado, para oferecer às empresas e demais organizações, tais serviços essenciais. A equipe entende, ainda, o cenário regional Norte Fluminense tem demandado forte crescimento econômico. Entretanto, boa parcela das empresas ainda carece de programas específicos para treinamento de seus colaboradores e de uma gestão estratégica que possa lhe favorecer retorno e condições de sobrevida em um mercado altamente competitivo.

Com base em pesquisas e diagnósticos, a Consultoria RP4 surge com a missão de prestar serviços através do mix da comunicação estratégica de acordo com as tendências do mundo corporativo nesse século XXI, cujos objetivos giram em torno de novas demandas e as quais estão centradas em quatro pilares fundamentais:

- Capital humano
- Tecnologia
- Ações socioambientais
- Canais de comunicação estratégicos ao cliente/consumidor

O que fazemos

Planejamento Estratégico
Planejamento de endomarketing
Plano de Mídia
Assessoria de Imprensa
Auditoria de imagem
Pesquisa
Elaboração de projeto para a área de Marketing Turístico e Cultural
Elaboração de vídeo institucional
Marketing político
Marketing pessoal
Media Training
Organização de eventos corporativos
Criação e design gráfico
Cerimonial e protocolo
Coaching
Treinamento para equipes/recrutamento e processo seletivo

Consultores

Nelzimar
Nelzimar Souza de Lacerda - Especialista em Planejamento Estratégico e Gestão de Marketing e graduada em Relações Públicas e Jornalismo. É professora do curso de Comunicação Social do Uniflu/Campus II - Filosofia de Campos e com atuação na área de pesquisa e assessoria em Marketing para produção cultural. Assina o projeto Zona Cultural, possui vários artigos publicados em veículos impressos, bem como participação em bancas para avaliação de projetos acadêmicos e orientadora de programas específicos para a área de relações públicas e gestão empresarial, além de prestação de serviços de consultoria para entidades do terceiro setor. Ainda, é jornalista responsável do site www.saofidelisrj.com.brveículo este, independente e cuja linha editorial volta-se para a divulgação do Marketing Cultural e Turístico local, com apoio de vários parceiros comerciais.


Rogério
Rogério Chagas da Silva - bacharel em Comunicação Social - Publicidade & Propaganda e pós-graduado em gestão, design e marketing pelo IFF e em docência do ensino superior pelo Uniflu/Campus II Filosofia de Campos. Possui experiência profissional na prestação de serviços para empresas na região, é Coordenador de Marketing da FMC - Faculdade de Medicina de Campos e professor das disciplinas do curso de publicidade e propaganda do Uniflu nas disciplinas de Marketing, Introdução à Publicidade & Propaganda, Web Negócios, Produção Publicitária para Rádio, TV, Cinema e Novas Tecnologias da Comunicação.



Juarez
Juarez Dutra Mota - É Graduado em Comunicação Social na Especialidade de Relações Públicas - CONRERP/3585, Pós Graduado em Assessoria de Comunicação Pública e Privada, Pós Graduado em Planejamento Estratégico e Gestão de Marketing e Professor do Senac/RJ, Diretor do Departamento de Comunicação Social da Associação Comercial e Industrial de Campos, atua prestando consultoria em Planejamento da Comunicação, Planejamento e condução do relacionamento de organizações e marcas com públicos estratégicos, Realização de Eventos institucionais e de ações de relacionamento com formadores de opinião, Gerenciamento de crise, Análise de exposição na mídia, Auditoria de imagem e Diagnóstico de Imagem, Relações com a Imprensa, Assessoria de Imprensa Corporativa e Comunicação de Evento.


Rafaella
Rafaella Pinheiro - Analista de RH com experiência na área de coaching, treinamento e recrutamento para processo seletivo empresarial e desenvolvimento de pessoas, oferecendo suporte à organização pessoal de uma empresa visando a integração dos seus setores e capacitação de equipes. Possui sólida experiência na área de vendas, além de atividades operacionais,atuação na área de Call Center,negociação com foco em vendas, gestão de pessoas e Logística.

Código de conduta

CÓDIGO DE ÉTICA DOS CONSULTORES DE ORGANIZAÇÃO – IBCO

O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos de eficiência como na introdução de tecnologia, ou seja, no aprimoramento das relações interpessoais.
Em função de seu papel inovador, adquire influência sobre a organização-cliente e sobre as pessoas com quem interage, tendo, portanto, uma correspondente responsabilidade profissional e social.
A fim de identificar claramente estas responsabilidades, elaborou-se o presente código de ética, que representa uma garantia ao usuário dos serviços de consultoria e um guia para o consultor da organização entendida como Empresa de consultoria, colaboradores de Empresas de consultoria, consultores autônomos e internos.

FUNDAMENTOS DO CÓDIGO

Há uma necessidade de um código de ética na medida em que surgem interesses a serem compatibilizados e compartilhados.
Este código procura compatibilizar quatro instâncias de interesse, quais sejam da comunidade em geral, dos clientes de consultoria, de categoria profissional e do consultor como indivíduo. Instâncias estas que se sobrepõem mutuamente, causando muitas dúvidas e dificuldades para serem compatibilizadas.
Este documento expõe o resultado do consenso existente quanto à interação necessária entre as várias instâncias de interesse, desenvolvido por um grupo de Empresas de consultores, de consultores autônomos e de consultores internos que foram o IBCO (Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização).
Espelha uma conduta praticada por aqueles que pertencem ao IBCO e, provavelmente, pela maioria dos que prestam serviços em consultoria de organização, não traduzindo, portanto, uma intenção, mas sim um conjunto de valores compartilhados por toda uma categoria profissional.
O IBCO elaborou-o como instrumento de monitoramento e acompanhamento da conduta do consumidor de organização, seus associados, para que constitua desta forma, um órgão apropriado para o julgamento de quaisquer diretrizes éticos que porventura venham a ser cometidos por seus associados.

ABRANGÊNCIA DO CÓDIGO

O presente código abrange todo consultor de organização, entendido como tal qualquer profissional ou empresa que se enquadre na definição estabelecida pelo Artigo 4º dos estatutos do IBCO, transcrito abaixo:

Art. 4º – Para os propósitos do IBCO foram estabelecidas as seguintes definições

a) Entende-se por Consultoria de Organização (CO) a atividade que visa a identificação, estudo e solução de problemas gerais ou parciais, atinentes à estrutura, ao funcionamento  e à administração de Empresas e entidades privadas ou estatais. Compreende a indicação dos métodos e soluções a serem adotados e a criação de condições para sua implantação nas organizações assessoradas. É exercida por Consultores de Organização, individualmente, ou através da direção técnica de empresas compostas de profissionais com formação adequada para essa atividade, dedicada à prestação desses serviços especializados para terceiros;

b) Consultor de Organização é o profissional qualificado por instrução superior e experiência específica, cuja principal atividade é a prática da Consultoria de Organização acima definida, de forma continuada e nitidamente sobre outras eventuais atividades que porventura exerça.

PARTE I – RELAÇÃO COM O CLIENTE DE CONSULTORIA

1. É essencial que o consultor estabeleça de início com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados, das dificuldades e limitações prováveis, bem como, na medida do possível, da estimativa de tempo e gastos envolvidos.

2. Os trabalhos desenvolvidos pelo consultor de organização devem ser realizados visando a introdução de inovações que objetivem auferir um ledor desempenho do cliente, transferindo-lhe todos os conhecimentos necessários à perfeita continuidade do funcionamento dos serviços implantados, jamais retendo elementos ou mantendo reserva sobre conhecimentos que seriam importantes para que o cliente se torne independente em relação ao consultor.

3. Ao trabalhar para clientes que atuam num mesmo ramo de negócio, sendo concorrentes entre si, e ainda prestando serviços em áreas de natureza similar, o consultor de organização deve deixar clara tal situação tanto para seus clientes atuais como para os potenciais. Nos casos de desenvolvimento de projetos de caráter exclusivo, o consultor de organização deve obter a anuência do cliente atual antes de atuar em uma empresa concorrente e, uma vez terminado aquele trabalho, deve acordar um espaço de tempo sem que venha a aceitar um trabalho de natureza semelhante em Empresas do mesmo ramo de negócio.

4. O consultor de organização deve adotar todas as medidas necessárias à preservação de sigilo com relação às atividades e informações de seus clientes, inclusive na guarda de documentos e na fidelidade de seus funcionários.

5. O consultor de organização não se deve valer de sua condição de “insider” a fim de se utilizar conhecimentos adquiridos no exercício de suas atividades junto ao cliente, para qualquer tipo de negócio em benefício próprio, de outros clientes ou de terceiros a ele ligados. Quando um consultor de organização, trabalhando para órgãos do governo, fornece instrumentos destinados ao exercício de controle e fiscalização sobre o setor privado, deve agir consciente de sua dupla responsabilidade, perante o setor privado e o governo, jamais utilizando seus conhecimentos de “insider” ou revelando fatos que possam prejudicar uma das partes.

6. O consultor de organização pode recomendar outros profissionais ou equipamentos, obrigando-se a adotar todas as precauções possíveis para que a solução seja a melhor para o cliente, independentemente de suas relações de amizade, ou de seus interesses pessoais ou comerciais com fornecedores indicados. O cliente deve ser comunicado sobre a existência de laços de interesses que possam influir em decisões relativas à contratação de serviços ou equipamentos. Quando o consultor de organização atuar de forma consorciada com outros profissionais ou fornecedores, esta ligação deve ser de conhecimento prévio do cliente.

7. Na determinação de sues honorários, o consultor de organização deve levar em consideração prioritariamente as características dos serviços por ele prestados, e nos casos em que eles estiverem vinculados aos resultados alcançados pelo cliente em função de seus serviços, é essencial que o referencial para os resultados seja a longo prazo, ultrapassando o período de sua atuação direta.

8. O consultor de organização deve propor a execução de serviços para os quais esteja plenamente capacitado, evitando assumir tarefas em campos onde não se encontre tecnicamente atualizadas ou não tenha experiência.

9. No início e no desenvolvimento do trabalho de uma organização, o consultor de organização deve considerar a filosofia e os padrões culturais e políticos nela vigentes, interrompendo o contrato de trabalho sempre que as normas e costumes daquela contrariem seus princípios éticos e sua consciência profissional e pessoal.

10. O consultor de organização não deve procurar contratar, para si ou para outra Empresa, qualquer funcionário de seu cliente, exceto quando for autorizado.

11.O consultor de organização não deve impor suas próprias convicções ao cliente, mas sim procurar caminhos para o desenvolvimento dele a partir dos objetivos e da cultura organizacional existentes.

PARTE II – RELAÇÕES COM A COMUNIDADE

12. É conduta óbvia para atuação do consultor de organização a observância das leis e regulamentos legais vigentes.

13. A profissão do consultor de organização implica um aporte de conhecimento às Empresas, criando perante a sociedade uma imagem de saber e influência. Este prestígio caracteriza a visibilidade da profissão, gerando vínculos de responsabilidade para com a sociedade que devem ser respeitados e levados em consideração.

14. A sociedade espera que o consultor de organização atue como um agente de mudança e esta expectativa devem ser atendidos pela contribuição que ele pode prestar ao desenvolvimento técnico, administrativo e tecnológico, bem como à modernidade e eficiência organizacional, observando o respeito à natureza, às pessoas e suas oportunidades de desenvolvimento, e aos princípios da cidadania.

15. Em caso de prestação de serviços a órgãos do governo, empresas estatais e instituições ligadas ao Estado, surge uma responsabilidade adicional, na medida em que os recursos destas organizações provêm do público. Portanto, os resultados do trabalho devem atender à demanda contratante e, concomitantemente, aos interesses da sociedade civil.

PARTE III – RELAÇÕES COM A CATEGORIA PROFISSIONAL

16. O consultor de organização não deve ser envolver em atividades paralelas ou comportamentos públicos que possam significar conflitos de interesse, afetar sua isenção ou distorcer a imagem da categoria profissional.

17. Ao utilizar-se de ideias, esquemas e conhecimentos elaborados por terceiros, o consultor de organização deve deixar claros a origem e o crédito, evitando passar a imagem de que os mesmos foram por ele desenvolvidos.

18. A forma de divulgação de serviços de consultoria por qualquer consultor de organização pode afetar a categoria como um todo, especialmente quando suscita quaisquer suspeitas de oferecimento de benefícios duvidosos ou outras formas menos dignas de atuação. O principal critério deve ser o respeito à credibilidade própria e da categoria. A forma de despertar o interesse de potenciais clientes variará de acordo com o mercado e com a natureza dos serviços oferecidos.

19. Na hipótese de estarem atuando em questões correlatas, numa mesma Empresa, mais de um consultor de organização, é importante evitar o conflito de interesses e as interferências. Para isto, recomenda-se um entendimento entra a empresa-cliente e os consultores, a fim de coordenar a atuação de todos.

Fonte:  Consulting Group  - IBCO

Nossos parceiros

Consulting IBCO São Fidélis - RJ

    www.gaussconsulting.com.br
www.ibco.org.br www.saofidelisrj.com.br

         ACIC

UNIFLU Agro Negócios

    www.acicampos.org.br
www.uniflu.edu.br www.revistaagronegocios.com

Total Comunicação

   
    www.totallcomunicacao.com    
Rua Joaquim Nabuco, nº 21, Centro - Campos dos Goytacazes RJ - tels: (22) 9917-2395 / 9982-8596 - Filial: rua Sol Nascente, nº 103, bairro XV de Novembro - Araruama RJ